Capricórnio simbolicamente está associado à subida da vida lenta e infatigável em direção aos picos da realização espiritual. A subida ao topo da montanha. Ele é lento, paciente e prudente nesta subida. O mito da cabra, símbolo da vitalidade, do animal que dá o leite e que alimenta, é a natureza que tudo dá em abundância.
Por sua natureza animal, é persistente, suporta as florestas e não costuma desistir antes de atingir seus objetivos. A figura mitológica meio bode, meio peixe, simboliza o ambiente interior, marinho, sereno, que se fortalece e se exterioriza no ambiente das montanhas. É o encontro da profundidade com a altura, simbolizando a perseverante subida em direção à Luz.
(baseado em texto de Ângela Brainer)
Há um ano eu, astróloga Duda Capri, previ a conjunção de Saturno e Marte que desemborcaria num falta de apetite dos capricornianos pelas letras. Este ser tanto dado a reflexão sentiria um impulso irresistível pelo viver em detrimento de ficar com olhos arregalados e o nariz amassado no vidro da janela vendo e escrevendo a vida a passar. De repente, todos os capricornianos sentiram a necessidade de ir a rua, construir a vida e abandonaram um por um este espaço. Assim, sem grandes explicações, além da tal conjunção.
Este ano há uma tal conjunção de Vénus com Marte que diz que o amor vai imperar, e uma tríade entre Júpiter, Saturno e Mercúrio apresenta período magnífico para sonhar, escrever, refletir e mentir. Sonhar que se é outro alguém, porque sempre o somos. Escrever sobre este sonho sonhado. Refletir sobre este mundo ao redor. E, por último, mentir que se é astróloga para justificar um abandono de quase dois anos num blog tão querido. Ah, eu estou de volta.